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Notícias internacionais mais lidas de 2025 - Zona Militar

Sala de comando militar com tela de monitoramento, frotas aéreas e navais, e profissionais trabalhando.

Com o encerramento de 2025, a Zona Militar reúne as notícias internacionais mais lidas do ano. Há alguns dias, já tínhamos destacado as matérias de maior repercussão no cenário local, com foco na República Argentina. Sem mais delongas - e desejando a todos os nossos leitores um Feliz Ano Novo -, apresentamos a seguir as notícias mais acessadas de 2025.

10: A Força Aérea dos EUA desloca seus bombardeiros estratégicos B-52 em uma série inédita de voos sobre o Caribe

Em mais um sinal da presença militar norte-americana no Caribe, fontes de inteligência de código aberto (OSINT) identificaram que pelo menos dois bombardeiros estratégicos B-52 da Força Aérea dos EUA foram enviados à região, realizando uma sequência incomum de voos que evidencia o aumento das tensões com a Venezuela. De acordo com os primeiros relatos, as aeronaves cruzaram o Golfo do México, seguiram pelo Canal de Yucatán - que separa o México de Cuba - e, por fim, permaneceram visíveis ao norte do litoral venezuelano, executando um padrão de espera por mais de uma hora.

9: É confirmado o primeiro disparo de um míssil antinavio NSM a partir de uma das fragatas Tipo 23 da Marinha Real britânica

No contexto do programa de atualização das fragatas Tipo 23, a Marinha Real Britânica confirmou o primeiro disparo real de um míssil antinavio Naval Strike Missile (NSM) a partir do HMS Somerset (F-82). O ensaio ocorreu no campo de testes de Andøya, na Noruega, durante o exercício multinacional Aegir 25, que também contou com a participação de meios navais da Noruega e da Polónia. O lançamento é um marco importante na transição da Royal Navy para novos sistemas antinavio e, ao mesmo tempo, reforça a cooperação com a indústria norueguesa.

8: Sem conseguir retornar ao porta-aviões HMS Prince of Wales, um caça britânico F-35B Lightning II faz pouso de emergência na Índia

Um caça de quinta geração F-35B Lightning II da Marinha Real britânica precisou realizar um pouso de emergência na Índia após não conseguir retornar ao porta-aviões HMS Prince of Wales. Sem outra alternativa, o piloto do Lightning II recorreu ao Aeroporto Internacional de Thiruvananthapuram, aeródromo previamente indicado como local de recuperação para situações de emergência.

7: O Exército Brasileiro recuperou um total de 17 tanques M60A3 Patton para emprego operacional na fronteira oeste

Em meio à modernização e à reorganização da sua cavalaria blindada, o Exército Brasileiro finalizou a Operação Patton 2025, iniciativa voltada à recuperação de tanques M60A3 TTS Patton. A cerimónia de encerramento, realizada em 28 de novembro no 9º Batalhão de Manutenção (9º B Mnt), unidade subordinada ao 9º Grupo Logístico (9º Gpt Log), representou um marco dentro das ações para elevar a capacidade operacional do Comando Militar do Oeste (CMO), responsável pela defesa da extensa fronteira ocidental do país.

6: Caças J-15 do porta-aviões chinês Liaoning iluminaram com seus radares F-15J da Força Aérea de Autodefesa do Japão

O Ministério da Defesa do Japão informou que caças embarcados J-15, integrantes da ala aérea do porta-aviões chinês Liaoning, iluminaram de forma intermitente com seus radares aeronaves de combate F-15J da Força Aérea de Autodefesa do Japão. Esses aviões japoneses estavam destacados para missões de vigilância e interceptação diante das atividades do grupo naval da Marinha da China nas proximidades de águas japonesas.

5: A Real Força Aérea dos Países Baixos confirmou o deslocamento de 12 de seus caças furtivos F-35A para os EUA

Como parte do seu programa anual de treinamento avançado e no âmbito das atividades de defesa coletiva da OTAN, a Real Força Aérea dos Países Baixos (RNLAF) confirmou o envio de doze caças furtivos Lockheed Martin F-35A Lightning II para os EUA. As aeronaves irão operar a partir da Base Aérea de Mountain Home, em Idaho (EUA), onde será realizado um exercício rigoroso de três semanas destinado a aprimorar as capacidades do efetivo em missões de defesa aérea e ataque ao solo.

4: Com a participação de mais de 6.000 militares, 100 aeronaves e um porta-aviões nuclear, EUA e Canadá iniciaram no Alasca o Exercício Northern Edge 2025

Poucos dias depois de o Alasca ter sido citado como possível cenário de uma reunião relevante entre o presidente russo Vladimir Putin e o presidente norte-americano Donald Trump para tratar da guerra na Ucrânia e de um eventual desfecho, o estado passou a sediar o Exercício Northern Edge 2025, com a participação de tropas dos EUA e do Canadá. Em especial, trata-se de atividades de grande envergadura, considerando o emprego de mais de 6.000 militares, 100 aeronaves e até mesmo um porta-aviões nuclear.

3: EUA concretizariam no fim do ano a entrega dos primeiros 10 novos caças F-16 Block 70 à Força Aérea de Taiwan

Conforme informações divulgadas nas últimas horas, os Estados Unidos efetivariam, até o final do ano, a entrega dos primeiros 10 caças F-16 Block 70 à Força Aérea de Taiwan. As aeronaves fazem parte de uma compra de 66 novas unidades, realizada dentro dos esforços de fortalecimento e modernização das Forças Armadas.

2: Com a mobilização de 10 mil militares, 500 veículos e aeronaves, as Forças Armadas do Brasil iniciaram a última etapa da Operação Atlas

Como principal exercício militar conjunto de 2025, as Forças Armadas do Brasil deram início à fase final da Operação Atlas, uma manobra de grande escala coordenada pelo Ministério da Defesa que mobiliza mais de 10 mil militares da Marinha do Brasil (MB), do Exército Brasileiro (EB) e da Força Aérea Brasileira (FAB). As ações ocorrem no extremo norte do país, sobretudo nos estados de Roraima e Pará, com o objetivo de ampliar a interoperabilidade entre as três forças e reforçar a presença militar na Amazónia, área considerada estratégica para a defesa e a soberania nacional.

1: Um relatório elaborado nos EUA aponta o grave deterioro do sistema de defesa aérea das Forças Armadas Bolivarianas da Venezuela

Um relatório recente do Miami Strategic Intelligence Institute (MSI²), dos Estados Unidos, reacendeu alertas sobre a situação atual do sistema de defesa aérea das Forças Armadas Bolivarianas da Venezuela, que se encontra em um ponto crítico. De acordo com os dados reunidos, mais de 60% das capacidades de vigilância e detecção do país estão fora de serviço, enquanto a aviação de combate opera em níveis mínimos, deixando grandes áreas do espaço aéreo sem cobertura diante de incursões ilegais e de operações de narcotráfico.

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