Visão geral da operação
Uma operação militar conjunta das Forças Armadas dos Estados Unidos em território venezuelano ocorreu nas últimas horas, marcada por uma campanha aérea e aeromóvel de alta intensidade. A ação teve como foco neutralizar as principais capacidades militares do regime venezuelano e eliminar alvos estratégicos em diferentes áreas do país. Segundo múltiplas fontes, foram realizados ataques de precisão contra bases aéreas, quartéis, instalações de helicópteros e nós críticos de infraestrutura, encerrando-se com a captura e a extração de Nicolás Maduro para fora da Venezuela.
Fase inicial: supressão das defesas aéreas venezuelanas
Do ponto de vista operacional, indica-se que a etapa inicial priorizou a supressão das defesas antiaéreas e do poder aéreo da Venezuela, requisito essencial para viabilizar as manobras subsequentes. Nesse contexto, houve registros de ataques confirmados contra a Base Aérea Generalísimo Francisco de Miranda, em La Carlota, além da base da Força Aérea em Barquisimeto, onde estavam posicionadas aeronaves de combate e meios de apoio.
A intenção dessas ações teria sido impedir qualquer capacidade de resposta a partir do ar, garantindo superioridade completa no espaço aéreo e impondo uma forte restrição à capacidade de reação das forças venezuelanas.
Alvos terrestres e impacto na mobilidade
Em paralelo, a operação teria incluído bombardeios contra instalações militares relevantes no eixo costeiro e na capital, conforme relatos de diferentes fontes em redes sociais. Entre os pontos atingidos, são citados o quartel de Catia La Mar, o complexo militar de Fuerte Tiuna - considerado o principal centro de comando e controle do Exército venezuelano - e uma base militar de helicópteros.
O conjunto de alvos sugere um esforço deliberado para comprometer a mobilidade aérea e reduzir a capacidade de resposta rápida das forças locais. Também foram reportados ataques ao aeroporto de El Hatillo, utilizado como nó logístico e de apoio.
Ataques à infraestrutura energética
Outro componente de destaque na campanha foi o ataque a usinas e a infraestrutura do setor energético, com o objetivo de degradar as capacidades adversárias de comando, controle e comunicações. A interrupção do fornecimento de energia em áreas críticas teria afetado o funcionamento de radares, sistemas de defesa antiaérea e enlaces de comunicações militares, facilitando o avanço das etapas posteriores da operação conjunta.
Fase aeromóvel e unidades envolvidas
Com o ambiente aéreo e terrestre degradado, foi observada uma fase aeromóvel conduzida pela aviação de operações especiais do 160th Special Operations Aviation Regiment, unidade especializada em inserções de alta complexidade. É possível que helicópteros MH-60M Black Hawk e MH-47G Chinook, além de convertiplanos MV-22 Osprey, tenham sido empregados para transportar elementos da 1st Special Forces Operational Detachment–Delta (1st SFOD-D) e para a tomada de objetivos específicos.
Estima-se ainda que a operação tenha contado com apoio de forças expedicionárias do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos, em especial de elementos ligados à 22nd Marine Expeditionary Unit (MEU), que estava posicionada no Caribe. As MEU são concebidas para atuar como forças flexíveis e autossuficientes, aptas a executar operações anfíbias, aerotransportadas e de estabilização.
Cobertura em atualização.
Fotografias usadas apenas para ilustração / Créditos: U.S. Air Force photo by Airman 1st Class Isabel Tanner.
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