Resina ou Amálgama: o que é melhor?

 

Quando substituir a restauração, trocar amálgama por resina composta , toxicidade com mercúrio do amálgama, dentre outras dúvidas.
Qual a restauração que se tem melhor resultado? Cada caso é um caso. A partir de um exame clínico e radiográfico (quando necessário) adequado, o dentista indicará o material restaurador adequado para o caso em questão. 
Amálgama de prata (a popular restauração preta) 
Amálgama de prata é um material restaurador muito utilizado na Odontologia, formado por uma liga de mercúrio, prata e estanho. Estes materiais conferem uma resistência bastante satisfatória. Embora este material seja proibido em alguns países pelo fato de possuir mercúrio em sua composição, não existe comprovação científica que conseguiu relacionar o desenvolvimento de patologias em pacientes que apresentam restaurações de amálgama. 
Vantagens: 
Alta resistência (grande durabilidade).
Indicado para pacientes com alto índice de cárie: por apresentar grande resistência e técnica relativamente simples (diminuindo a margem de erro por parte do profissional); 
Desvantagens: 
Ausência de estética; 
Baixa resistência nas bordas; 
Coeficiente de expansão térmica linear.
Necessidade de preparo cavitário (destruição de tecido dentário sadio). 
Resina composta (restauração branca) 
Vantagens: 
Indicados para pacientes com baixo índice de cárie; 
Técnica sem necessidade de preparos prévios preservando a estrutura dentária: A resina trabalha com “adesividade”, sem ter a necessidade de desgastar estrutura dental sadia.
 
Estética muito superior ao amálgama (possibilitando seu uso em dentes anteriores). 
Desvantagens: 
- Contração de polimerização: Falando simples, a resina , quando exposta ao led (luz azul) diminui de tamanho. Falando fácil, é como se eu colocasse 2mm e, após a colocação do led, diminuisse para 1,9mm. Não respeitando os princípios da técnica com resina, a contração pode ser considerável a ponto de criar microfendas que permitem a entrada de bactérias, podendo formar cárie no local; 
 - Contraindicadas para pacientes com alto índice de cárie; 
 - Necessidade de evitar alimentos que contenham corantes nos primeiros dias, pela possibilidade de impregnação por parte do material restaurador resinoso. Esta situação ocorre porque determinados poros da resina se fecham no período de 2 a 3 dias pós restauração; 
 - Resistência ao desgaste inferior ao amálgama; 
 - Baixa estabilidade de cor (absorção de corantes);
 - Durabilidade inferior ao amálgama; 
 - Sensibilidade pós-operatória: isto é, após a realização da restauração. A resina composta pode provocar sensibilidade por até 15 dias, com diminuição gradual do desconforto nos primeiros dias. 
Não existe material melhor que outro. Existe, sim, o material bem indicado para cada caso.
 

Desatenção, Hiperatividade ou impulsividade

 

A síndrome caracterizada por desatenção, hiperatividade e impulsividade são facilmente percebida em crianças, adolescentes ou adultos quando observadas na clínica, em casa ou nas escola apresentando baixo rendimento na aprendizagem. 
O TDAH (Transtorno de déficit de aprendizagem e hiperatividade )se apresentam em três tipos de predomínio:
TDAH com predomínio de sintoma de desatenção; TDAH com predomínio de sintomas de hiperativida/ impulsividade; TDAH combinado. 
Quadro clínico da Desatenção:
-Distratibilidade, ao  ¨sonhar acordado¨;
-Dificuldade de perseverar numa única tarefa por um período prolongado de tempo;
-Impressão  de não  ouvir;
-Dificuldades em manter a atenção por estímulos externos;
-Dificuldade de entender instruções,  sequência e planejamento.
Quadro clínico da hiperatividade:
-Inquietude motora;
-Falar excessivo interrompendo a fala do outro;
-Dificuldade para se manterem em atividades de silêncio;
-Corre pula excessivamente;
-Interfere na vez do outro jogar sem esperar sua vez.
Quadro clínico da Impulsividade:
-Frequentemente responde as perguntas antes de serem terminadas;
-Frequentemente tem dificuldades de aguardar sua vez;
-Frequentemente interrompe ou se intromete no assunto dos outros.
Algumas crianças ou adolescentes, muitas vezes, conseguem passar horas na frente do computador ou videogame, mas não mais do que alguns minutos na frente de um livro em sala de aula ou em casa.  Contudo é  essencial relacionar as comorbidades psiquiátricas e neurológicas mais prevalentes.
 
Os estudos neuropsicológicos sugerem que o TDAH está associado a alterações do córtex pré-frontal e /  ou de suas projeções a estrutura subcorticais.  Estes estudos também têm sugerido o relacionamento a adversidades psicossociais, adversidades biológicas e fatores genéticos familiares com TDAH.
“Em relação ao sistema de neurotransmissores relacionados ao TDAH, a literatura aponta fortemente para o envolvimento das catecolaminas, sugerindo que um baixo turnover de dopamina e / ou noradrenalina possa estar relacionado com a patofisiologia do TDAH. Recentemente tem se pesquisado o envolvimento dos receptores nicotínicos nessa patologia, à medida que eles atuam como moduladores do sistema dopaminérgico (Biederman).  Contudo, parece consenso que nenhuma alteração em um único sistema de neurotransmissores possa ser responsável por uma síndrome tão heterogênea quanto o TDAH”. (Cantewll, D.P.)
O lobo frontal, que inclui o córtex motor e pré-motor e o córtex pré-frontal, está envolvido no planejamento de ações e movimento, assim como no pensamento abstrato.
 
 
 

Bruxismo Infantil

Dra. Giovana Vendramin - Cirurgião Dentista

 
O bruxismo infantil, também conhecido como briquismo, é o hábito de apertar ou ranger os dentes, tanto de dia quanto de noite. É um movimento parafuncional (que não é natural) do corpo, ou seja, os músculos mastigatórios são contraídos sem intenção funcional.
É uma desordem que apresenta diversas causas e pode ser passageira ou não. Em crianças que estão no período de transição da dentição decídua (de leite) para a dentição permanente ou com dentes má posicionados, há certas vezes uma desarmonia entre os arcos dentários, 

Leia mais...

Implantes dentários

Dr. Eliseu Paulo Dallé

- Especialista e Mestre em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial
- Consultor Científico Internacional da 3I Implant Innovations Inc - USA
- Professor do Centro de Aperfeiçoamento Profissional da 3I - Implant Innovations - São Paulo
Vinculado à Clínica 
Odontovida de Nova Bréscia.
 
O objetivo da odontologia é manter ou restituir ao paciente a função mastigatória, a estética facial, a fonética adequada e a saúde do sistema estomatognático e os implantes dentários atuam de maneira decisiva para a obtenção destas metas.
Os implantes dentários são parafusos de titânio que substituem raízes dentárias comprometidas ou já ausentes. Os implantes são colocados dentro dos ossos maxilar e mandibular, nos locais onde estavam as raízes dentárias naturais, e depois estes implantes recebem coroas (dentes) de porcelana que restabelecem a estética e a função. A melhor definição para o implante é que ele nos proporciona a possibilidade de que  tenhamos uma terceira dentição.
Tanto nas perdas dentárias parciais, como nas perdas dentárias totais, os implantes permitem que os pacientes  tenham novamente seus dentes fixos com absoluto conforto.
Em algumas situações, a perda dentária precoce pode levar a grande diminuição do volume ósseo das arcadas. Mas, para todas as situações, existem alternativas cirúrgicas e protéticas que corrigem ou compensam as deficiências ósseas.
O índice de sucesso dos implantes é extremamente elevado. Se o cirurgião e

Leia mais...

Você está aqui: Principal Notícias Vida Saudável