“Queremos que o jovem sinta-se valorizado”

Marcos Antônio Martini, mais conhecido como professor Kiko, é o candidato a prefeito pela coligação Unidos por Nova Bréscia, formada pelos partidos PDT, PMDB e PSDB. 
Aos 51 anos de idade, Marcos é professor estadual, já foi vereador na legislatura de 1993 a 1996, e diretor de escola estadual por 15 anos.
Veja o que Marcos falou ao JNB em entrevista exclusiva.
 
JNB - Por que quer ser prefeito?
Marcos – Para trabalhar e administrar com seriedade os recursos públicos, buscando constantemente servir, investir e inovar nas diferentes áreas sociais e econômicas, valorizando e enaltecendo nosso maior patrimônio, o povo bresciense, que tanto merece.
 
JNB - Qual a ‘bandeira’ de sua campanha?
Marcos – Nossa bandeira é trabalhar para o povo e pelo povo de Nova Bréscia.
 
JNB - Se eleito, qual o desafio que seu governo deve enfrentar?
Marcos – O grande desafio será trabalhar com as incertezas econômicas, devido à crise nacional e a realidade econômica do nosso município. 
 
JNB - Qual o principal problema de Nova Bréscia atualmente, para o qual o senhor pretende buscar solução, se eleito?
Marcos – Nosso principal problema é a falta de oportunidade e incentivo, especialmente para o jovem. Queremos criar condições para fazer com que o jovem sinta-se valorizado para aqui permanecer, tanto no interior quanto na cidade, através de projetos de incentivo, de apoio e diversificação de oportunidades.
 
JNB - Qual sua primeira ação, no primeiro dia de trabalho, como prefeito eleito?
Marcos – Vamos arregaçar as mangas, enfrentar a realidade e, com passos firmes, com muita determinação, buscarmos, junto com o povo bresciense, construir alternativas para tornar, a cada dia, nosso município melhor.
 
JNB - Pretende manter todas as secretarias em atividade? Pretende criar alguma nova?
Marcos – Nossa meta é reduzir gastos. Caso seja possível, conforme a legislação, vamos reduzir cargos de confiança e outras funções e secretarias.
 
JNB - De que forma acredita que o município pode economizar para poder investir em novos projetos?
Marcos – Precisamos ter controle financeiro, em que todos os gastos e investimentos possam ser realizados de forma consciente, clara e transparente, pois se o recurso for bem aplicado, rende mais.
 
JNB - Cite um projeto que gostaria de implantar em seu governo.
Marcos – Queremos valorizar o ser humano proporcionando condições de bem-estar e vida digna, em que o munícipe sinta-se amparado pelo poder público com múltiplas oportunidades de aqui crescer e permanecer. Queremos cuidar, investir e valorizar o nosso produtor rural, nossa principal fonte de renda, bem como adquirir área para instalação de micro e pequenas empresas, suprindo e criando necessidades de trabalho.
 
JNB - Deixe uma mensagem aos brescienses.
Marcos – Estamos em nossa caminhada pedindo aos brescienses um voto de confiança, uma oportunidade para mostrar que com menos, podemos fazer mais.
 
 
 
O agricultor hortigranjeiro Adilar Lorenzon é o candidato a vice-prefeito na chapa de Marcos Antônio Martini. Aos 53 anos, Adilar já foi vereador por duas legislaturas, seguidas, de 2000 a 2008.
Veja o que ele falou ao JNB em sua entrevista:
 
JNB - De que forma acredita que o vice-prefeito pode colaborar na administração do município?
Adilar – Caminhado junto com o povo, ouvindo suas necessidades, bem como ajudando e fiscalizando as obras da administração.
 
JNB - Qual será seu papel na administração, se eleito?
Adilar – quero ouvir as pessoas, visitar as comunidades e levar suas necessidades à administração. 
 
JNB - Na sua opinião, no que Nova Bréscia precisa evoluir?
Adilar – Precisamos evoluir no setor primário, que é o setor que gera renda para nosso município. Também precisamos oportunizar capacitação aos nossos jovens e criar oportunidades de geração de emprego.
 
JNB - Se eleito, tem algum projeto que pretende dedicar-se pessoalmente?
Adilar – Meu objetivo de governo, ao lado do prefeito Marcos, será buscar recursos para investir em agroindústrias, micro e pequenas empresas, geração de emprego e moradias.
 
JNB - De que forma a população poderá participar das decisões em seu governo, se eleito?
Adilar – Através de visitas às comunidades, quando a população poderá colocar suas ideias, objetivos, angústias, construindo, desta forma, soluções em conjunto. Queremos valorizar a população durante toda a nossa gestão, uma gestão democrática, onde todos terão voz e vez.
 

“O valor maior que nós temos é a pessoa”

Após pouco menos de quatro anos afastado da Administração Municipal, Diógenes Laste volta a participar de uma eleição majoritária em Nova Bréscia. Depois de ter sido vereador em duas legislaturas e prefeito em mais duas, Diógenes volta ao pleito como candidato a prefeito pelo Partido Progressista.
Aos 55 anos, atualmente Diógenes é vice-presidente da Cerfox. No passado participou, ainda, da Famurs, como membro do conselho, e foi presidente do G10.
Na entrevista abaixo, ele conta ao JNB seus planos para o município, se eleito em dois de outubro.
 
JNB - Por que quer ser prefeito?
Diógenes – Acredito que reúno condições de dar continuidade ao trabalho já implantado nas administrações passadas, pela experiência que adquiri, buscando o desenvolvimento que nosso povo merece.
 
JNB – Qual a ‘bandeira’ de sua campanha?
Diógenes – Minha bandeira é que o valor maior que nós temos é a pessoa, oferecendo oportunidades de crescimento, atendendo a seus interesses.
 
JNB - Se eleito, qual o desafio que seu governo deve enfrentar?
Diógenes – Primeiro, temos que avaliar a situação atual para depois tomar decisões e medidas que venham de encontro às necessidades da população. Perante a crise, viabilizar nosso plano de governo será nosso objetivo e desafio.
 
JNB - Qual o principal problema de Nova Bréscia atualmente, para o qual o senhor pretende buscar solução, se eleito?
Diógenes – Precisamos melhorar a assistência e incentivo ao pequeno produtor e empresário, para que eles possam buscar o desenvolvimento de seus negócios.
 
JNB - Qual sua primeira ação, no primeiro dia de trabalho, como prefeito eleito?
Diógenes – Vamos reunir a equipe de governo buscando, juntos, um trabalho determinado, com parcerias e bom entendimento com a população bresciense.
 
JNB - Pretende manter todas as secretarias em atividade? Pretende criar alguma nova?
Diógenes – Não vamos criar novas secretarias. Para o bom andamento do município, todas são necessárias. Mas vamos avaliar a situação financeira e, dependendo do resultado, conciliar algumas secretarias para que os recursos possam ser aplicados da melhor forma, priorizando o trabalho dos bresciense.
 
JNB - De que forma acredita que o município pode economizar para poder investir em novos projetos?
Diógenes – Administrando os recursos com seriedade, acredito que haverá recursos disponíveis para novos projetos. Serei um batalhador na busca de recursos federais e estaduais para novos investimentos.
 
JNB - Cite um projeto que gostaria de implantar em seu governo.
Diógenes – Vamos trabalhar em todas as áreas. Temos como projeto, melhorar nossa praça e o parque poliesportivo, qualificando a oferta de lazer à população, oportunizando aos brescienses de diferentes idades, diferentes alternativas de lazer.
 
JNB - Deixe uma mensagem aos brescienses.
Diógenes – Como bresciense, sempre acreditei no potencial do nosso povo. Também acredito que o povo me dará a honra de administrar mais uma vez este município, orgulho de todos os brescienses e da região.
 
 
 
A Secretária da Saúde de Nova Bréscia nos últimos 11 anos é a candidata a vice-prefeita na chapa de Diógenes Laste. Helena Daroit, 60 anos, professora, ocupou o cargo nas duas gestões de Diógenes como prefeito, entre 2005 e 2012, continuando no cargo na gestão do atual prefeito, Gilnei Agostini, até licenciar-se para concorrer às eleições de dois de outubro.
Helena foi vereadora em duas legislaturas e secretária de educação em 1991 e 1992, na gestão de Gildo Giongo.
Veja o que Helena contou ao JNB.
 
JNB - De que forma acredita que o vice-prefeito pode colaborar na administração do município?
Helena – Assessorar o prefeito nas suas atividades administrativas, nas diferentes pastas; representar o prefeito quando necessário; estar atenta às necessidades dos brescienses e ser seu porta-voz, um elo de ligação entre a comunidade e a administração.
 
JNB -Qual será seu papel na administração, se eleita?
Helena – Coordenar os trabalhos da administração, especialmente nas áreas da saúde e educação.
 
JNB - Na sua opinião, no que Nova Bréscia precisa evoluir?
Helena – Queremos evoluir em todas as áreas, qualificando projetos existentes em benefício das pessoas. Nossa intenção é manter projetos, programas e contratos existentes, buscando qualificá-los cada vez mais.
 
JNB - Se eleita, tem algum projeto que pretende dedicar-se pessoalmente?
Helena – Quero por em prática os projetos do nosso plano de governo, tendo como meta prioritária a saúde.
 
JNB - De que forma a população poderá participar das decisões em seu governo, se eleito?
Helena – Vamos ouvir a população, criar um espaço em que as pessoas possam manifestar-se através de sugestões, ideias, especialmente com reuniões nas comunidades.
 

Cavalgada é encerrada com homenagem a Tio Ico

A 17ª Cavalgada Região dos Vales, que aconteceu de seis a 11 de setembro, teve seu encerramento em Nova Bréscia nesta edição.
A cavalgada teve início no dia seis de setembro, em Dois Lajeados. De lá, os cavalarianos partiram para São Valentim, onde passaram a noite. Na manhã do dia sete, rumaram para Vespasiano Corrêa, onde almoçaram. À tarde, seguiram para Muçum, para o jantar e pernoite. No dia seguinte, partiram para o trajeto mais longo da cavalgada, até Roca Sales. Lá almoçaram e seguiram para Capitão. Na manhã seguinte, rumaram para Marques de Souza, onde almoçam e passaram à noite. Na manhã seguinte, seguiram para Travesseiro, para o almoço e depois para Coqueiro Baixo, onde passaram a noite.
No domingo de manhã, dia 11/09, os cavaleiros chegaram a Nova Bréscia, quando percorreram a avenida Bento Gonçalves e dirigiram-se ao Parque de Eventos Manfroi. Lá houve uma solenidade para homenagear Alceu Paulo Giovanaz, o Tio Ico, homenageado da cavalgada desse ano. 
Ao meio-dia, houve almoço e, em seguida, apresentação do Ballet Folclórico Nova Bréscia Dança Show. Houve ainda entrega de lembranças a todas as entidades participantes da cavalgada desse ano, que contou com cerca de 130 cavaleiros e equipes de apoio. 
De Nova Bréscia participaram 18 cavaleiros e equipe de apoio, totalizando 30 pessoas envolvidas no evento.
O coordenador local da cavalgada, Neodir Borghetti, agradece a todos os colaboradores, aos participantes e à Administração Municipal pelo apoio.
A cavalgada chegou ao fim no dia 11, mas o grupo de cavaleiros manteve-se unido até o dia 20 de setembro, ponto culminante da Semana Farroupilha.
Eles montaram acampamento na Praça da Matriz, onde encontravam-se todas as noites para um churrasco ou um carreteiro, terminando com o estoque feito para a cavalgada.
 
Histórico do homenageado, Tio Ico
 
Alceu Paulo Giovanaz, Tio Ico
Filho de Sevério e Oneida Giovanaz, nascido em 18 de agosto de 1957, em Nova Bréscia, onde reside até hoje.
Quando piá, volteado por cavalos dos tios tropeiros, logo sentiu-se bem com estes matungos. Aprendeu a encilhar, andar a  cavalo e a conduzir uma tropa.
Tornou-se um indiozito calçado de esporas e relho na mão. Noites em tropeadas foi aquecido pelos aperos e lua de madrinhadeira.
Guri de conduzir arado, gritar com os bois na carroça, guri que encontrou na faca carneadeira e nas rodilhas de um laço de tentos firmes, uma profissão.
Com bois em seu laço na chincha e facas bem afiadas, foi se fazendo moço.
Em festas campeiras, conduzia o bico branco, entre estacas firmadas no chão, levando sempre para sua esposa Divamar e sua   filha Juliana, um orgulho de gaúcho campeiro e hoje para Luiza, sua neta, uma herança a ser cultivada.
Gaúcho de ideais firmados com bota no estrivo, trazia para Nova Bréscia a chama numa cavalgada de poucos viventes, queria que sua gente, cultivasse e respeitasse seus guerreiros Farroupilhas, até ser convidado por amigos de outras querências carregando, numa das mãos, a chama crioula e, noutra, sempre firme, as rédeas de seu pingo.
Cavalgada Região dos Vales, dias a passito, em seu cavalo amigo, percorrendo longas distâncias por um ideal de cultura.
Cavalos que amansou, cavalos que comprou, rifou, cavalos que ferrou, tosquiou e cuidou.
Gaúcho de poucas palavras.
Assim se fez homem honesto, forte e valente. Sempre bem pilchado. Homem que todos querem ter por perto, Gaudério que ama sua pátria pampa.
Juliana Giovanaz – 
20 de setembro de 2016
 

O encanto das belezas do Pantanal

As férias de julho tiveram um gostinho de aventura para alguns brescienses e coqueirenses este ano. Um grupo de 35 pessoas, formado quase exclusivamente por moradores dos dois municípios partiram, na tarde de 24 de julho, para o estado do Mato Grosso. A viagem rodoviária, organizada por uma agência de turismo, foi organizada pela Família Paludo e Neiva Vendramin, que convidaram amigos para completar a lotação e encarar esta aventura.
A viagem começou no domingo à tarde, quando o grupo saiu de Nova Bréscia. Chegaram ao Mato Grosso na manhã de segunda-feira, na cidade de Ponta Porã, divisa com a cidade paraguaia de Pedro Juan Cabalero. Lá, um centro de compras paraguaio foi o destino dos viajantes, que aproveitaram para fazer algumas compras. Ficaram na cidade até a manhã seguinte, quando partiram para a cidade de Bonito.
Em Bonito, a natureza foi o ponto alto dos passeios. O grupo conheceu a Gruta São Miguel, formação de rocha calcária no meio da mata. Para chegar ao local sem agredir a natureza, foram construídas passarelas, por onde os turistas caminham. Por dia, apenas 150 pessoas podem visitar o local. Dentro da gruta, o espetáculo ficou por conta de esculturas naturais espalhadas pelas paredes e teto da gruta.
Outro passeio bastante conhecido, realizado em Bonito, é a flutuação no rio Sucuri. Neste passeio, o turista veste um colete salva-vidas, que também mantém a pessoa flutuando no rio. O turista usa ainda uma máscara de mergulho com snorkel, para poder visualizar as belezas naturais no fundo do rio. O passeio percorre cerca de três quilômetros rio abaixo, trajeto em que o turista vai nadando e apreciando a natureza, sempre acompanhados por equipes locais de instrutores.
Em outro rio, no Formosa, o grupo realizou o passeio de bote. Nele os turistas percorreram cerca de cinco quilômetros pelo rio, avistando dezenas de espécies de animais nativos do Pantanal. O mais impressionante foi uma sucuri de cerca de seis metros de comprimento. Segundo a Família Paludo, que conseguiu ver o réptil, seu diâmetro era igual ao de um balde. Esta foi a maior que viram. Outras sucuris menores, medindo cerca de certa de três metros, foram avistadas diversas vezes pelo grupo.
Cobras também foram o tema do passeio “projeto jiboia”. De iniciativa particular de um morador da cidade, o projeto oferece uma palestra sobre a importância das cobras na natureza e a oportunidade dos visitantes segurarem uma jiboia nas mãos.
Depois de três dias em Bonito, o grupo viajou para a cidade de Corumbá, também no Mato Grosso, cerca de 400km de Bonito, fazendo divisa com a Bolívia. Cidade bonita e receptiva. Em Corumbá o grupo realizou o passeio de Chalana e visitou a cidade boliviana de Quijaro, onde pôde fazer compras.
No dia seguinte, o grupo seguiu para a Fazenda São Francisco, na cidade de Miranda. Lá puderam visualizar o dia-a-dia de uma típica fazenda pantaneira com criação de gado. O local é preparado para receber turistas e mostrar como é a vida no interior do Pantanal. O grupo ficou impressionado com a receptividade dos funcionários da fazenda, a beleza natural do lugar, bem como  estrutura da fazenda, com decoração típica do pantanal.
Na fazenda, o grupo realizou o passeio chamado de “Focagem noturna”, Nele, os turistas embarcam num ônibus aberto, à noite, com um foco de luz iluminando o caminho. O objetivo é avistar animais com hábitos noturnos. Nele o grupo pôde ver tamanduás bandeira e mirim, capivaras, lobos, e um “mar” de jacarés. Eles contam que com a luz incidindo sobre o rio, podiam ver apenas os olhos dos jacarés, parecendo um céu estrelado na terra.
Durante o dia, outro passeio foi organizado para conhecer os animais com hábitos diurnos, como uma grande variedade de aves, especialmente o Tuiuiu, que nesta época do ano tem os filhotes no ninho. No passeio, alguns sortudos puderam avistar onças, mas o grupo bresciense não teve sorte. Também na fazenda, fizeram o passeio de chalana, com pescaria de piranhas e brincadeiras com jacaré.  
A família Paludo afirmou que a beleza da natureza do lugar é impressionante. Puderam ver uma grande variedade de animais, como araras e cervos passeando na fazenda. No sábado, o grupo fez as malas e começou sua viagem de volta para casa.
 
Próximas aventuras
A família Paludo costuma viajar junta há algum tempo. Uma vez por ano, fecha seu estabelecimento comercial e dedica uma semana para conhecer novos lugares e aproveitar este tempo em família. 
Já viajaram para o Rio de Janeiro, Santa Catarina, Cataratas do Iguaçu, Curitiba, Paraguai. E já estão planejando as férias do ano que vem. O destino ainda não foi definido, mas a agência de viagem sugeriu a cidade de Porto Seguro, na Bahia, ou Machu Picho, no Peru. Desta vez, a viagem deverá ser aérea, devido à distância. Mas, o grande sonho da família é uma viagem ainda um pouco mais distante, a Itália.
 
 
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