CTG Paixão Cortes completa 50 anos de existência

No dia 13 de fevereiro de 1966, nascia o CTG Paixão Cortes, idealizado por um grupo de jovens liderados por Jandir Delazeri. Para comemorar a data, a entidade está organizando uma domingueira, que acontece no dia 28 de fevereiro no novo galpão do CTG.
As comemorações vão contar com almoço especial, que vai servir porco à paraguaia, galinha recheada e saladas. À tarde, o grupo Os Monarcas vão se apresentar no galpão. Os ingressos estão sendo vendidos pela patronagem da entidade e são limitados.
 
Histórico do CTG
O primeiro Patrão (fundador) foi Jandir Delazeri, o qual dirigiu o C.T.G. por um curto período de seis meses, quando foi eleita a primeira patronagem, composta por Aristolino Borges Lemos – Patrão; Aventino Bnjamin Laste – Capataz; Armelindo Angelo Delazeri – Sota-Capataz; Virgínio Delazeri, Arlindo Schmitz, Benjamin Giongo(efetivos) e José Schmitz, Abramo Borsatto, Antoninho Faleiro e Irno Barbieri – Conselho de Vaqueanos. Sua Primeira Prenda foi a Srta. Noeli Possamai, a qual teve seu mandato até 1968. 
Neste primeiro ano foi construído o primeiro galpão da entidade, onde diversas programações foram realizadas. A inauguração contou com a presença do conjunto Os Arraganos, acompanhados pelo lendário Luiz Gonzaga. O conjunto tocou “Tenho Meu Rancho a Beira da Estrada” e Luiz Gonzaga cantou o hino “Asa Branca”. Também esteve no galpão do CTG o inesquecível artista José Mendes, quando lançou o sucesso “Para Pedro”, para felicidade do CTG Paixão Cortes e dos presentes naquele fandango.
Em 1968 foi adquirido um patrimônio exemplar, além da criação da Invernada Artística Mirim, já que até então o C.T.G. possuía apenas uma Invernada Adulta. Neste ano, também, outra realização ficaria marcada na história do tradicionalismo bresciense: a Tradicional Festa de 20 de setembro, com desfile de carros alegóricos decorados com motivos da Epopéia Farroupilha. 1969 ficou marcado pelo dinamismo da Patronagem deste C.T.G. e tradicionalistas, na realização de grandes festejos e desfiles, contando com a presença de Portella Dellavi e, no dia 20 de setembro, a presença de autoridades do Governo do Estado.
Em 1970, foi rezada a primeira Missa Crioula pelo Padre Francisco Bordignon, tendo como local a Praça Matriz, na qual o Deputado Pedro Américo Leal fez o sermão. Neste ano, a Invernada Artística Adulta deu início a diversas apresentações fora do município, visitando as mais diversas cidades do nosso Estado.
No ano seguinte, foram elaborados os Estatutos definitivos, registrando o C.T.G. nas Repartições Públicas e no M.T.G. – Movimento Tradicionalista Gaúcho, da Capital do Estado. Foi criado, também, o programa “Assim se descobre o artista”, recebendo grande audiência, visto seu bom conteúdo programático, tendo como apresentador o Professor Aventino Benjamin Laste. Neste mesmo ano, foi comprado o terreno onde se encontra o novo galpão. Neste terreno foi construído um galpão medindo 20m x 60m, sendo inaugurada a primeira pedra em 1973 com os dizeres “Brasil, tu és Gaúcho”.
O primeiro gaiteiro a tocar para as Invernadas Artísticas foi Vitório Delazeri, tendo como sucessor, Valdir Delazeri. As Primeiras Prendas Adultas foram Noeli Possamai, Iria Viecelli, Lourdes Barbieri.
O Departamento Esportivo que funcionava junto ao C.T.G. Paixão Cortes, destacou-se no campeonato Municipal de Futebol Amador. Em 1968, o time do Corisco, de Borgueto, consagrou-se pela primeira vez Campeão Municipal invicto, sendo Campeão, também, em 1977 e 1980, sendo o primeiro time do município a consagrar-se Tri-campeão de Nova Bréscia. Neste campeonato, o Corisco teve como Diretor de Esportes Benjamin Delazeri. Após, assumiu Aleixo Delazeri, o qual organizou, em 1983, o Primeiro Baile do Esporte.
Em 1977, o C.T.G. Paixão Cortes teve como Patrão Ibanor Laste. Este concluiu a construção do novo galpão e, juntamente com patrões de outros C.T.Gs., participou da I Concentração Cultural de Gaúchos em São Paulo, promovida pelo Governo do Estado, Secretaria de Turismo e M.T.G.
Em continuidade, assumiu a patronagem, em 1979, Armelindo Delazeri, reeleito em 1982, dando grande incentivo às Invernadas Artísticas, participando de Rodeios Crioulos com grupos de danças, declamação, trova, gaiteiro, grupo vocal e tiro de laço. Num destes rodeios, classificou-se em 1º lugar na declamação o então Patrão, Armelindo Delazeri, e o piazito Aldrovando Barbieri, no tiro de laço o peão Manini e no Concurso Vocal, Boiadeiro e seu conjunto. Este C.T.G. participou também, do VIII Festival de Arte Popular e Folclore do Rio Grande do Sul, em 1983, a nível municipal, a nível Regional em Santa Cruz do Sul, e a nível estadual em Soledade, classificando para a fase final Boiadeiro e seu conjunto.
 
Os Monarcas farão show em comemoração aos 50 anos da entidade

Bresciense luta para participar das Paralimpíadas do Rio

Há seis anos, a bresciense Rudiéia Manica descobriu uma nova forma de viver. Paraplégica desde 1990, ela busca na esgrima uma forma de superação.
A história desta brescienses começou em Linha Caçador. Décima primeira filha do casal de agricultores Vilma Mello Manica e Aquilino Alberto Manica (ambos já falecidos), muito cedo foi morar com o irmão, para estudar e cuidar do sobrinho.
Em janeiro de 1990, foram de férias para Caxias do Sul. Lá, ela e a familha foram a um baile. Na volta, um chevete foi ultrapassar e atingiu Rudinéia e o companheiro que estavam numa moto. Ele morreu e ela ficou paraplégica.
“No começo foi muito difícil, tive que aprender a viver em uma cadeira de rodas, cada dia um obstáculo, eu que sempre fui livre, amava dançar, correr subir em árvores, agora na cadeira não podia mais. Além de ficar muito revoltada com minha situação, recebi o diagnóstico médico de que eu não poderia ser mãe” – lembra a atleta.
Mas, no ano de 2006, ela conta que “provei pra mim e a para a medicina que quando se quer, tudo se pode”. Ela deu a luz a um menino, Wesley. Já em casa, sozinha em uma cadeira de rodas, chegou a se perguntar como iria cuidar do filho. 
“Mais uma vez Deus prova que tudo se pode quando se quer. Passei então a viver pra ele, parei de estudar e me dediquei exclusivamente pra ele, um dia de cada vez” – conta Rudinéia. 
No ano de 2010, mais uma grande mudança em sua vida. Ela conheceu um rapaz, também cadeirante, que a convidou pra jogar esgrima. Ela conta que foi ao treino e gostou. Experimentou ainda outros esportes, como tiro, vela e karte, mas a paixão foi pela esgrima. Ainda em 2010, com apenas dois meses de treino, participou do seu primeiro campeonato, o Campeonato Brasileiro em Curitiba, quando conquistou a medalha de bronze. 
“Desde então não parei mais, conquistando muitas medalhas. Em 2011, participei do Regional das Américas, quando fiquei em 5º lugar.” – relata.
Rudinéia conta que a esgrima não trouxe a ela somente viagens e medalhas, trouxe também autoestima, mais independência na sua vida, que melhorou em todos os sentidos. Hoje, ela sai na rua sozinha de cadeira de rodas, vai a qualquer lugar, dirige e dificilmente pede ajuda para alguém. 
Em 2014, ela e o filho de 17 anos entraram juntos para a faculdade, um sonho que tinha sido adiado por algum tempo. Agora em 2016, Rudinéia tem mais um objetivo a ser alcançado: participar do Regional das Américas, no qual quem se classificar terá a vaga garantida para as paralimpíadas do Rio 2016. 
“Será uma competição muito difícil, pois vou competir com Argentina, Chile, Estados Unidos e Canadá, países muitos fortes. Mas minha meta é estar nas paralimpíadas do Rio. A esgrima é um esporte muito caro, e que me exige muito treino e dedicação. Treino das 9h às 16h e à noite vou pra faculdade, onde faço Serviço Social. Se hoje ainda faço esgrima é por amor ao esporte, porque não tenho patrocínio e é um esporte que te exige treino físico e técnico, (aula individual com os mestres)” – diz a atleta.
Para participar do Regional, ela precisa de uma cadeira de jogo feita sobre medidas que custa R$ 4.200,00, além de três espadas e três florestes, no valor de R$ 3mil . Ela ainda precisa investir em aulas de treino técnico e físico que custam R$ 70,00 cada. 
“Preciso muito de ajuda para alcançar meu objetivo que é a Paralimpíadas do Rio. Em março terá a Copa Brasil 2016, em São Paulo; em maio será o Regional das Américas; após, a segunda Copa Brasil e o Campeonato Brasileiro. Se alguém quiser me patrocinar posso ir até vocês ou lhes enviar o projeto. Sou atleta de um dos maiores clubes de Porto Alegre, o Clube Grêmio Náutico União com parceria com a Assasepode. Meu contato é (51)91181919 ou email O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.”.
A atleta deseja representar sua terra natal neste evento mundial e trazer mais uma medalha para a sua coleção, que já conta com 28 medalhas, entre ouro, prata e bronze. Desde que entrou para a esgrima vem mantendo-se entre as três primeiras atletas do ranking Brasileiro, na sua categoria.
 
Rudiéia Manica, atleta de esgrima paralímpica
 
 
 

Motoristas pioneiros no município são homenageados

A festa de São Cristóvão deste ano, realizada no dia 24 de janeiro, prestou uma homenagem aos motoristas mais antigos do município, idealizadores do Parque São Cristóvão.
Os organizadores da festa realizaram um resgate histórico da festa, dos motoristas e dos seus idealizadores, possibilitando a homenagem. A história conta que no ano de 1955, o Padre Roberto Roncatto reuniu os motoristas e sugeriu a eles que comprassem um pedaço de terra para que fosse construído um capitel para São Cristóvão. Para que isso pudesse acontecer, cada motorista doou 1.000 cruzeiros. Reuniram o dinheiro e compraram um lote de terra de propriedade de José Delazeri. Dentre estes motoristas alguns nomes lembrados foram Dovilho Laste, Genuíno Mânica, Angelin Possamai, Gomercindo Palauro, Leonildo Mezacasa, Aventino Caumo, Jandir Caumo, Luís Salame, Ermínio Dall’óglio, Aquilino Scartezini e Tranquilo Sacartezini. 
A limpeza do espaço foi realizada pelo Leonildo Mezacasa e pelo Dovilho Laste e a partir de então todos os anos entre o Natal e ano novo era realizada a Festa de São Cristóvão. Ela foi realizada nesta época porque a grande maioria dos motoristas vinham para casa para passar as festas de fim de ano. Com o rendimento das festas foram sendo construídas mais instalações e realizadas melhorias nas já existentes.
Mais ou menos 10 anos depois, o Padre Antônio Stela achou que não era certo existir uma entidade separada da mitra e que sendo assim ele não tinha obrigação de rezar a missa, então, de comum acordo a área foi doada à Igreja.
Os motoristas relataram as dificuldades vividas por eles nas estradas na época em que só existia asfalto de São Paulo até o Rio de Janeiro, o restante das estradas eram de chão. As viagens para o Rio de Janeiro chegavam a demorar um mês. Levavam uma semana para chegar até lá e tinham que esperar para conseguir uma carga para poder voltar para casa. A comunicação era feita através de telegramas. Quando chegavam no Rio de Janeiro, iam a Central do Brasil e passavam um telegrama para a família dizendo que tinham chegado. 
Lembraram muito emocionados o acidente fatal que envolveu o seu amigo Leonildo Mezacasa, um homem jovem, pai, com muitos filhos, e que muito colaborou para que esta festa fosse idealizada.
Mas contam também que era uma época muito boa, muito tranquila para viajar, pois não havia violência nas estradas, dormiam em qualquer lugar da estrada, sem medo.
Relembraram o caminhão gasogênio, do Maximino Salame, que também foi dirigido pelo Angelin Possamai. Na época da 2ª guerra mundial, no ano de 1941, não chegava mais combustível, então transformaram o motor do caminhão para que ele funcionasse a carvão, possibilitando que as viagens pudessem ser feitas. 
A saga de nossos churrasqueiros, a saída dos churrasqueiros daqui para outros estados se deu em função dos nossos motoristas não terem onde se alimentar. Comiam muito mal na estrada por isso sentiram a necessidade de abrir churrascarias para que pudessem comer bem como comiam em casa. 
 
São Cristóvão
O nome Cristóvão carrega o significado de “condutor de Cristo”. Seu verdadeiro nome era Réprobo. Ele era um homem alto, forte e por conta disso sua profissão era ser guerreiro. Réprobo servia ao Rei de Canaã, considerado o homem mais poderoso. Certo dia, após ver o Rei fazendo repetidamente o Sinal da Cruz, Réprobo percebeu que ele temia a Satã e que provavelmente ele devia ser mais poderoso que o Rei. Depois disso abandonou o Rei e passou a servir Satã, porém depois de um certo tempo percebeu que este temia a Cruz, símbolo da morte de Cristo e Salvação da humanidade. Percebeu que Satã também não era o mais poderoso, mudou novamente seu rumo e passou a buscar por Jesus Cristo, o maior poderoso. Em sua peregrinação encontrou um eremita que aconselhou-o a instalar-se a beira de um rio que passava ali perto, de difícil travessia, e que sai missão seria ajudar as pessoas a atravessá-lo já que era muito forte. Réprobo assim o fez. Certa noite ouviu o chamado de uma criança pedindo que a ajudasse a atravessar o rio. Ele prontamente atendeu ao chamado, pôs a criança em seu ombro e iniciou a travessia, mas ela era tão pesada que Réprobo temeu se afogar, dando a impressão de estar transportando o mundo em suas costas. Ao deixar a criança do outro lado comentou sobre seu peso e eis que teve a sua revelação: “Bom homem, respondeu-lhe o menino, não te espantes, pois não só carregaste o mundo inteiro como também o dono do mundo. Eu sou Jesus Cristo, o Rei que estás a servir neste mundo.”
Após o episódio da criança no rio, Réprobo assumiu o nome de Cristóvão, “carregador de Cristo”, e por isso é considerado o padroeiro dos motoristas, condutores e viajantes já que um dia carregou o menino Jesus nos ombros.
Nossos motoristas o adotaram como protetor para que São Cristóvão os protegesse, iluminasse e os conduzisse por bons caminhos e que pudessem retornar de suas viagens para suas famílias com segurança.
 
Motoristas homenageados
Germano Laste; Aventino Caumo; Luíz Emmer; Cesário Daroit; Néscio Spessatto; Ermindo Locatelli; Ermindo Bérti; Luís Salame; Tranquilo Scartezini; Aquilino Scartezini; Moacir Dall’óglio; Rômulo Dall’óglio; Dovilho Laste; Ângelo Laste; Alcides Laste; Alcides Spessatto; Hilario Laste; Ermindo Zambiazi; Jandir Agostini; Armando Cigolini; Arcângelo Mezacasa; Armando Mezacasa; Onório Mella, Pedro Dall’óglio e Anacleto Kunz. Já falecidos: Leonildo Mezacasa, Genuíno Spessatto, Ibanor Laste, Danilo Laste, Danilo Scartezini, Alcides Salame, Narciso Possamai, Avelino Martini, Orlando Dewes, Severino Delazeri, João Radaelli, Genuíno Mânica, Gentil Mânica, Angelin Possamai, Alfredo Zambiazi. 
 

Ireno volta à presidência do Legislativo

O vereador Ireno Segabinazzi/PP foi eleito, por unanimidade, como novo presidente da Câmara de Vereadores de Nova Bréscia, para o ano de 2016. Ele recebeu nove votos, assim como a eleita para ocupar o cargo de Secretária, Elisabete Mônica Cigolini/PDT. Somente para o posto de vice-presidente da mesa diretora, houve mais de um vereador votado. Foram cinco votos para César Spessatto/PP e quatro votos para Diogo Carlos Delazeri/PMDB.
A nova composição da mesa diretora será a última desta gestão, já que teremos eleições em outubro. O presidente eleito, Ireno Segabinazzi, conta como será o ano na Câmara e o que espera para 2016.
 
 
Ireno Segabinazzi, 57 anos, é casado com Sônia Maria Segabinazzi, com quem tem dois filhos, Eduardo e Ricardo. A família conta ainda com as noras Flávia e Liane, e as netas Valentina e Liandra.
Está em seu terceiro mandato como vereador. Elegeu-se pela primeria vez há 10 anos, na gestão 2005/2008. De lá para cá, manteve seu lugar na Câmara de Vereadores nas duas gestões seguintes.
Entre os projetos mais importantes feitos na sua atuação como Vereador, destaca o Projeto de Lei que criou e deu nome aos Bairros da cidade de Nova Bréscia; Projetos de nomes de Ruas Quinto Lorenzon, Dr. Werner Heriberto Sager; Moção de homenagem da ex-Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Nova Bréscia, Sr. Jatir Mezacasa; em conjunto com outros Vereadores o nome de Parque de Eventos, Manfroi e nomes de Ruas Madre Assunta Marchetti e Maldina Zambiasi; e um grande número de Indicações.
Já havia sido presidente do Legislativo em 2010. Questionado sobre a unanimidade de votos na votação deste ano, atribui à sua simplicidade e humildade em tratar todos com respeito e educação e sem distinção de siglas partidárias. Afirma que vai comandar o Legislativo com simplicidade, respeito, educação, sabendo ouvir a todos e oportunizando a todos os mesmos direitos, independente de siglas partidárias, pois todos são representantes do povo, sempre observando a legislação em vigor.
Fora da Câmara, Ireno é aposentado e cuida da sua propriedade, juntamente com a família. Gosta de tomar um bom chimarrão e visitar os amigos. Foi, por 36 anos, motorista da Prefeitura Municipal de Nova Bréscia, atuando nas Secretarias de Obras, Educação e Saúde.
Nestes anos como vereador, Ireno vê que o município evoluiu bastante, graças ao trabalho dos munícipes, quer seja na cidade ou interior, principalmente os agricultores que investiram em suas propriedades e estão contribuindo para o crescimento do município. “Devemos achar uma forma, conjuntamente, de valorizarmos o jovem para que ele permaneça em nosso meio, incentivando cada vez mais a nossa agricultura, que é a nossa principal fonte de receita, não deixando de valorizar, também, quem tanto trabalhou para colocar o nosso município no patamar que está hoje”, afirma.
Questionado sobre sua continuidade na política, Ireno diz que não decidiu se vai participar ou não das eleições deste ano.
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