JNb 276 - 31 de outubro de 2013

Pré- Extinção de um Congresso
 
A vergonha veste-se de negro mortalha
defuntórica fétida medonha aparece;
faz morada na casa mais livre do povo
de toda honestidade por fim esquece
 
E as caras - caretas dos homens  a sorrirem
sem pingo sequer de responsabilidade;
usam as tribunas que
 lhes deu o povo
a pregar de cueca o que julgam verdade.
 
Os atos e fatos são tantos e comprovam
no cesto de trigo muito joio está;
se  os podres ficarem apodrecem o resto
e a vacina será uma revolução.
 
Os doentes precisam vacina moral
os corvos aninhados carniças espalham;
abatam-nos a todos com tiros certeiros
salvem a República de tantos canalhas
antes das metralhas das bocas de fogo.
que o fogo faz em cinza toda liberdade.
Não é bom morrer ao fragor das batalhas.
 
No imaginário dos donos da bola
o jogo está sujo e há juiz sem apito;
os bandeirinhas cegos comprados sem jeito
a torcida  em silêncio ninguém dá um grito.
 
Até parece o tempo antes da tempestade
quando a natureza espera em silêncio
para chover corisco raios  trovões
a deixarem na esteira arrependimentos.
 
Preparem-se os homens de bem desta terra
com as suas bandeiras de Ordem e progresso
antes que seja tarde o remédio e a cura
e a força do povo lacre o Congresso.
 
 Presidente da Academia Literária Gaúcha 
Fone (051) 3269.2368
* Advogado/Escritor  - O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. 
wwwwjosemoreiradasilva.com
 

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