JNB 275 - 17 de Outubro

Os grandes desafios que atormentam nossas vidas
 
Em pleno século XXI, no momento em que o povo adquiriu mais cultura, mais conhecimento, mais tecnologia e muito mais facilidade para viver uma vida tranquila, nos deparamos com os mais sérios problemas, maiores dificuldades e uma insatisfação geral, um descontentamento que não satisfaz a maior parte da população.
Nas últimas décadas, para quem tem um pouco mais de idade, pode verificar que o desenvolvimento que houve não pode ser acompanhado pela maioria da população e esta grande parcela está sofrendo as mais trágicas consequências e não encontra alternativas para solucionar este empasse, pois os que foram
 beneficiados foi uma pequena minoria e a maior parte da população está pagando muito caro por esse desenfreado desenvolvimento que sacrifica e castiga.
O que notamos atualmente é o individualismo, é a ganância de poder, a prepotência de ter cada vez mais em benefício próprio, não se importando com os seus semelhantes e em consequência disso, notamos cada vez mais os cinturões da pobreza, que tomam conta cada vez mais, principalmente nas grandes metrópoles, ocasionando os roubos, assaltos, homicídios e outros tantos problemas que são oriundos da insatisfação das pessoas, da população faminta menosprezada pela maioria dos governos, isto desde o nível municipal, estadual e federal, pois poderíamos fazer muito mais se não pensássemos somente na individualidade e favorecer somente aqueles cabos eleitorais que nos auxiliaram a ter esta mamata e que sem dúvida é uma vaca leiteira de boa qualidade que fornece leite os doze meses do ano.
São tantos os problemas que afligem municípios, estados e federação brasileira, que não convém aqui mencionar, pois seriam necessárias muitas folhas e muitos jornais para enumerar todas as falcatruas, roubalheiras, desvios e enriquecimentos ilícitos em benefício de uma minoria e em contrapartida a classe produtora da maior parte dessas riquezas fica no abandono, vendo o seu suor produzir as riquezas dos chefões do poder e das empresas.
Somente na escrita, numa coluna de jornal pouco se resolve, são apenas opiniões, mas até que ficamos de braços cruzados, aceitando tudo o que nos é imposto de cima para baixo, nada irá mudar. Nós somos muito pacíficos e aceitamos tudo e a todos, temos que começar a mudar e não aceitar tudo de mão beijada. Este país mudará no momento que nós começarmos a agir e contestar.

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